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AGRONEGÓCIO
Publicado por Cris Menegon Qua, 26 de Abril de 2017 16:11

Depois do sucesso de público durante a 4ª Vindima de Altitude, a Vinícola Abreu Garcia desce a serra com destino à cidade de Joaçaba, onde participará da 1ª Expovinho (Exposição de Vinhos e Derivados do Meio-Oeste de Santa Catarina). A Abreu Garcia pretende levar para a feira o que há d [...]

Depois do sucesso de público durante a 4ª Vindima de Altitude, a Vinícola Abreu Garcia desce a serra com destino à cidade de Joaçaba, onde participará da 1ª Expovinho (Exposição de Vinhos e Derivados do Meio-Oeste de Santa Catarina). A Abreu Garcia pretende levar para a feira o que há de melhor em vinhos de altitude, um diferencial, já que esse tipo de vinho não é produzido na região do Meio-Oeste, Vale do Contestado e do Rio do Peixe. A Feira será realizada no dia 6 de maio, das 16h às 22h, no Salão Azul do Clube 10 de Maio, em Joaçaba.


A Expovinho é organizada pelo jornalista, sommelier e empresário Rodrigo Leitão, que há seis anos promove eventos deste tipo em locais como Brasília e Goiânia. Ele é também o idealizador e organizador do Brinda Brasil, o maior salão exclusivo de espumantes brasileiros. Ele e a administradora Silmara Stoffel enxergaram na região um potencial para eventos desse segmento. Além de plantadores de uva do Vale do Rio do Peixe, também participam da feira vitivinicultores da Serra Catarinense e do Rio Grande do Sul. Ao todo, estarão reunidos 10 vinícolas, uma importadora e sete expositores de segmentos afins com o mundo do vinho.


Santa Catarina é o segundo maior produtor de vinhos do país e o sexto consumidor per capta. Porém, o estado ainda não descobriu a totalidade dos sabores de sua produção. Durante a feira, os visitantes poderão degustar pelo menos 100 tipos diferentes de vinho.


Para a Abreu Garcia, essa é uma oportunidade de negócio, para divulgar seus rótulos e mostrar a força e a qualidade dos vinhos de altitude. "Pretendemos também sensibilizar e levar os visitantes da Feira até Campo Belo do Sul para conhecer nossa vinícola", revela o proprietário Ernani Garcia.


O consumo de vinho no estado de Santa Catarina é similar à média brasileira, 1,8 litro por habitante ao ano, o que reflete uma comercialização de cerca de 15 milhões de garrafas. Além da qualidade, os preços dos vinhos também fazem frente aos vinhos de outros países.

Mais informações sobre a 1ª Expovinho com Rodrigo Leitão, pelos fones (49) 3521.2243 e (61) 98131.7437.

Jornalista Paulo Scarduelli

 
Publicado por Cris Menegon Qua, 19 de Abril de 2017 14:48

O deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) registrou na Tribuna da Câmara desta terça-feira (17) três importantes assuntos ligados a agricultura familiar de Santa Catarina atrelados ao programa SC Rural.

 

O primeiro, sobre o importante crescimento dos empreendimentos da [...]

O deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) registrou na Tribuna da Câmara desta terça-feira (17) três importantes assuntos ligados a agricultura familiar de Santa Catarina atrelados ao programa SC Rural.

 

O primeiro, sobre o importante crescimento dos empreendimentos da agricultura familiar apoiados pelo programa SC Rural nos últimos meses. Em parceria com o Banco Mundial (BIRD) o programa já investiu mais de R$ 380 milhões no meio rural catarinense e alcançou nota máxima na avaliação do BIRD, sendo classificado como "altamente satisfatório". "A principal meta do Programa era aumentar em 30% a renda dos agricultores catarinenses participantes e esse valor acabou sendo superado", destacou. Maldaner ressaltou ainda que um dos grandes diferenciais do SC Rural é o seu modelo de gestão. "O Programa é tratado como uma ação de Governo e envolve o meio rural como um todo, não só em agricultura e pecuária, a exemplo de projetos em áreas de infraestrutura, meio ambiente, acesso à internet, assistência técnica e defesa sanitária. A parceria entre Santa Catarina e o Banco Mundial deu tão certo que deverá ter continuidade por meio da implantação de um Núcleo de Inovação Tecnológica voltado para Agricultura Familiar (NITA) no estado".

 

Outro destaque ligado a agricultura familiar é o trabalho realizado pelas Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A - Ceasa que encerrou o primeiro trimestre de 2017 com crescimento nas vendas e queda nos preços para o consumidor devido a fatores climáticos e a super safra de alguns produtos. O parlamentar ressaltou a importância da Central que trabalha vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais.

 

Por fim, Maldaner que é presidente da Frente Parlamentar da Bovinocultura de Leite destacou que Santa Catarina já é o quarto maior produtor de leite do país conforme dados do IBGE divulgados recentemente pela Secretaria de Estado de Agricultura com um volume de 2,43 bilhões de litros recolhidos pelas indústrias. Esse volume não leva em conta o leite produzido e consumido nas propriedades, que é em torno de 25% do total. "O sucesso da atividade se deve ao clima favorável para implantação de pastagens e abundância de água. A Produção leiteira no estado envolve 70 mil famílias e gera milhares de empregos no campo, serviços, transporte e indústria. Com apenas 1,2% do território, Santa Catarina representa 10,5% da produção nacional. Vale ressaltar que cerca de 75% da produção de leite de Santa Catarina é da nossa região Oeste e um novo investimento está sendo feito pela Tirol, em Pinhalzinho. Uma nova unidade que já está recebendo leite no local deve começar a industrializar a produção no segundo semestre. O investimento é de R$ 100 milhões e vai gerar 115 empregos e processar 400 mil litros por dia", destacou.

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Ter, 18 de Abril de 2017 08:54

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) iniciou uma campanha de fortalecimento do setor florestal. Entre diversas ações, está programada a divulgação de pequenos filmes, com sessenta segundos de duração, que apresentam dados e informações sobre o tamanho do setor de base [...]

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) iniciou uma campanha de fortalecimento do setor florestal. Entre diversas ações, está programada a divulgação de pequenos filmes, com sessenta segundos de duração, que apresentam dados e informações sobre o tamanho do setor de base florestal e madeireira em Santa Catarina. O FlorestaSC também aborda a importância que a madeira e seus derivados têm para a população. O primeiro filme será lançado oficialmente nesta quarta-feira (19), ao meio dia, no site da associação (www.acr.org.br). Este primeiro conteúdo tem como apoiadores as associadas Komatsu, ArborGen, Timber Forest e Minusa Forest.

 

Assessoria de comunicação ACR

 
Publicado por Cris Menegon Ter, 18 de Abril de 2017 08:45

Com 2,44 bilhões de litros de leite captados pelas indústrias, Santa Catarina supera Goiás e se torna o quarto maior produtor de leite industrializado do país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santa Catarina foi o único Estado entre os principais prod [...]

Com 2,44 bilhões de litros de leite captados pelas indústrias, Santa Catarina supera Goiás e se torna o quarto maior produtor de leite industrializado do país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santa Catarina foi o único Estado entre os principais produtores de leite do Brasil a apresentar um crescimento na produção em 2016. Enquanto a captação de leite pelas indústrias no Brasil diminuiu 3,7% no último ano, em Santa Catarina o crescimento foi de 3,82%.

 

Os números divulgados pelo IBGE se referem à captação de leite cru pelas indústrias inspecionadas, o que representa 76% do total produzido em Santa Catarina. A estimativa é que a produção de leite do Estado gire em torno de 3,2 bilhões de litros, incluindo o leite consumido pelas famílias rurais e na alimentação de animais. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que em Santa Catarina a produção de leite está concentrada nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda para os agricultores. "O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética", ressalta.

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 08 de Abril de 2017 08:40

Santa Catarina encerra o primeiro trimestre de 2017 com alta nas exportações de carne suína e de frango. Nos primeiros três meses do ano, o estado exportou 307,2 mil toneladas e o faturamento superou os US$ 596,4 milhões. O grande destaque foi a carne suína, que teve um crescimento de 23,6% [...]

Santa Catarina encerra o primeiro trimestre de 2017 com alta nas exportações de carne suína e de frango. Nos primeiros três meses do ano, o estado exportou 307,2 mil toneladas e o faturamento superou os US$ 596,4 milhões. O grande destaque foi a carne suína, que teve um crescimento de 23,6% na quantidade exportada e de 66,8% no faturamento em relação ao mesmo período de 2016.

 

Como maior produtor e exportador de suínos do Brasil, Santa Catarina vive uma boa fase nas exportações do produto. O estado exportou 25,5 mil toneladas de carne suína em março, 23,2% a mais do que em fevereiro, e chegou a um faturamento de US$ 60,3 milhões. No acumulado dos três primeiros meses do ano, o setor enviou 71,6 mil toneladas para países como Rússia, China e Chile, gerando uma receita de US$ 160,9 milhões.

 

A avicultura, principal produto das exportações catarinenses, também teve aumento nas vendas e no faturamento em março. No último mês, foram US$ 165,6 milhões arrecadados com a exportação de 87,1 mil toneladas de carne de frango. A quantidade exportada foi 28,8% superior e a receita teve um aumento de 33,3%, se comparadas a fevereiro. Nesse primeiro trimestre de 2017, as exportações ultrapassaram as 235,5 mil toneladas e o setor faturou US$ 435,5 milhões, um aumento de 19,8% em relação do mesmo período de 2016.

 

Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o bom desempenho do estado nas exportações reflete a confiança do mercado nos produtos catarinenses. "O mundo reconhece a excelência sanitária conquistada por Santa Catarina, este é um patrimônio que foi construído ao longo dos anos, priorizando sempre a qualidade dos alimentos que chegam à mesa dos consumidores".

 

Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil. O estado conta com 18 mil produtores integrados às agroindústrias e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento. Como maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, Santa Catarina atende o mercado brasileiro e o exterior, com presença em mais de 120 países.

 

Santa Catarina é o único estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, faz parte de uma zona livre de peste suína clássica com certificados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Esse status sanitário diferenciado dá acesso exclusivo aos mercados mais competitivos do mundo, como habilitação para exportar carne suína para Estados Unidos e Japão.

 

Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

 
Publicado por Cris Menegon Qui, 06 de Abril de 2017 07:53

O combate ao javali pode ganhar um aliado legal, que permitirá ações que hoje dependem de autorizações de órgãos ambientais. O deputado Gabriel Ribeiro (PSD) deu entrada em projeto que acrescenta pontos na lei de 2003, que instituiu o Código Estadual de Proteção aos Animais.


O combate ao javali pode ganhar um aliado legal, que permitirá ações que hoje dependem de autorizações de órgãos ambientais. O deputado Gabriel Ribeiro (PSD) deu entrada em projeto que acrescenta pontos na lei de 2003, que instituiu o Código Estadual de Proteção aos Animais.


Bichos como os javalis vêm atormentando a vida de produtores rurais ao dizimar lavouras e atacar animais. Esse problema começou pelos Estados do Sul, mas cresceu e há registros da presença deste animal até no litoral nordestino.


Mesmo sendo da fauna exótica, há entraves para o abate dos javalis. Em 2015, o próprio deputado Gabriel Ribeiro começou uma mobilização, por meio da Assembleia Legislativa, para facilitar a caça e abate desses animais. Mesmo ocorrendo um avanço, há todo o conjunto de exigências para caçadores e proprietários de áreas atacadas.


A proposta do parlamentar é que seja permitido o extermínio da fauna exótica que possa causar dano e comprometer a economia de Santa Catarina, a saúde humana e a fauna nativa. O projeto ainda prevê que estas ações sejam precedidas de laudos atestando o dano. "Houve uma invasão de javalis em nosso Estado, que arrasaram plantações e foram predadores de espécies nativas", enfatizou o deputado.

 

BEM-ESTAR: Gabriel Ribeiro ainda propõe outra modificação no Código Estadual de Proteção aos Animais. A matéria sugere o acréscimo de dois parágrafos na lei: um proibindo o enclausuramento de animais com outros que o molestem, e outro contrário ao sacrifício de animais com substâncias venenosas ou outros métodos não preconizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 
Publicado por Cris Menegon Qui, 06 de Abril de 2017 07:43

A Comissão da Agricultura da Câmara – CAPADR, a qual o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) é membro titular desde o seu primeiro mandato como deputado federal, debateu nesta quarta-feira (5) sobre a importância do projeto de lei 5.851/16 - que disciplina o aproveitamento de carcaças [...]

A Comissão da Agricultura da Câmara – CAPADR, a qual o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) é membro titular desde o seu primeiro mandato como deputado federal, debateu nesta quarta-feira (5) sobre a importância do projeto de lei 5.851/16 - que disciplina o aproveitamento de carcaças de animais de produção e resíduos animais no campo para fins não comestíveis. A falta de uma legislação vem sendo reclamada pelos técnicos da área de sanidade animal.

 

Em Santa Catarina, o Projeto de Lei (PL) 277/2014 – de autoria do deputado Mauro de Nadal – que estabelece regras para o procedimento de retirada e destinação adequada das carcaças a nível estadual foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa, mas o governador vetou em função da Instrução Normativa (IN) 34, que explicita que estes animais só podem ser recolhidos em empresas certificadas. O texto do PL previa a destinação de animais mortos para transformação em farinhas de carne, gordura ou óleo animal e fertilizantes.

 

Em sua contribuição, o deputado Celso Maldaner explicou que Santa Catarina tem o projeto piloto pronto para ser aplicado e defendeu a necessidade de regulamentar o assunto. "O intuito do projeto é regulamentar o reaproveitamento dos animais mortos nas propriedades rurais, sem que o produtor tenha ônus na retirada e, para isso, empresas especializadas devem fazer essa tarefa. Com isso, a destinação dos animais mortos terá melhor aproveitamento, como já ocorre em países desenvolvidos".

 

O projeto deve volta a pauta da comissão na próxima semana.

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Ter, 04 de Abril de 2017 11:18

O bom resultado da primeira feira de gado geral, realizada no último sábado (1), no Parque Conta Dinheiro, em Lages, demonstrou que não houve nenhum reflexo negativo na Região, diante dos acontecimentos envolvendo a operação "Carne Fraca", e que balançou o setor do agronegócio nos último [...]

O bom resultado da primeira feira de gado geral, realizada no último sábado (1), no Parque Conta Dinheiro, em Lages, demonstrou que não houve nenhum reflexo negativo na Região, diante dos acontecimentos envolvendo a operação "Carne Fraca", e que balançou o setor do agronegócio nos últimos dias. "A punição deveria recair aos culpados", e não à atividade. A afirmação é do presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona. Por outro lado, o dirigente ressaltou que todas as 250 cabeças inscritas para o leilão foram comercializadas, contabilizando uma receita de R$ 410 mil.

 

Ainda de acordo com Pamplona, os preços dos animais se mantiveram dentro do esperado, considerando-se o bom nível dos animais. A curiosidade foi a presença de um grande público, justamente numa feira considerada pequena, e isso prova que os compradores e produtores seguem confiando no agronegócio. "A absorção de todos os animais no arremate abre uma perspectiva forte de bons negócios futuros, caso da Feira do Terneiro e da Terneira que irá acontecer em duas etapas, uma no dia 9 e outra no dia 13 de maio", salientou o dirigente rural.

 
Publicado por Cris Menegon Seg, 03 de Abril de 2017 08:21

Em 2015 eu havia feito uma matéria para a revista Click sobre essa fruta -GOIABA SERRA OU FEIJOA -  e fico feliz em saber que, mesmo ela já sendo conhecia em várias partes do mundo, por aqui começa a despertar interesse. [...]

Em 2015 eu havia feito uma matéria para a revista Click sobre essa fruta -GOIABA SERRA OU FEIJOA -  e fico feliz em saber que, mesmo ela já sendo conhecia em várias partes do mundo, por aqui começa a despertar interesse.

 

A goiaba-da-serra, também conhecida como feijoa, goiaba-serrana, goiaba-crioula, araçá-do-rio-grande, goiaba do mato, uma fruta típica da região serrana de Santa Catarina e do Rio grande do Sul, e desconhecida no resto do país, mas o mais impressionante é que ela faz sucesso fora do Brasil.
Na Nova Zelândia por exemplo, ela é chamada de Feijoa, e tem tantos admiradores que se tornou tão popular que um grupo da faculdade de Medicina de Ciências da Universidade de Auckland, resolveram fazer um estudo sobre a fruta. Os pesquisadores queriam saber se ela é tão saudável quanto gostosa. Fizeram uma comparação com frutas vermelhas, tradicionalmente conhecidas pelas combate o antienvelhecimento e descobriram é que ela tem propriedades anti-inflamatórias.


Aqui na nossa região começa a despertar o interesse, é o caso da EEB Padre Antônio Vieira, em Anita Garibaldi, as aulas vão além da teoria. Coordenados pelo prof. Gil Karlos Ferri, no dia 29 de março os alunos do 7º ano II realizaram uma divertida saída de campo, unindo história e meio ambiente em um passeio repleto de aprendizados.


A atividade teve por objetivo o estudo da Goiaba Serra, e contou com a presença da pesquisadora dra. Samira Moretto - professora da Universidade Federal da Fronteira Sul e autora de uma tese sobre a domesticação e a disseminação da Acca sellowiana, defendida em 2014 na Universidade Federal de Santa Catarina. Os estudantes puderam questionar e dialogar com a pesquisadora, conhecendo a importância ecológica da espécie e a necessidade de sua preservação.
Além disso, dra. Moretto compartilhou suas experiências de viagens para pesquisar a história da planta, que espalhou-se por diversos países do mundo e tornou-se a base para diversos produtos como sucos, geleias, sorvetes e até vinhos. Ao final da saída de campo, os estudantes puderam coletar e degustar as goiabas, provando e aprovando os deliciosos frutos nativos da Serra Catarinense.

 

Pelo Mundo

 

Alguns especialistas prestaram atenção nos compostos biológicos que essa fruta trazem saúde. Os estudos sugerem que estamos diante de uma fruta muito especial, uma superfruta. Na Nova Zelândia, você encontra nas prateleiras dos supermercados, geleias, chocolates, sucos, espumantes e muita publicidade. A feijoa também já foi descoberta na Espanha e na França, é servida como ingrediente principal em alguns pratos e drinks dos restaurantes e cafés.
Em São Joaquim a fruta já foi descoberta pela empresa Sanjo, que iniciou o recebimento da fruta no ano de 1999. O gerente do departamento técnico, Luiz Carlos Gonzaga Junior, comenta que "A produção em maiores quantidades é obtida a partir do 4° ano em variedades melhoradas. Existem dificuldades de produção como problemas para encontrar produtos registrados para tratamentos fitossanitários e a suscetibilidade da feijoa para algumas doenças e insetos pragas prejudicam a produção em grande escala".


Mesmo com todas as dificuldades em produzir em grande escala a Sanjo na safra 2014/2015, já recebeu em torno de 7.150 quilos da super fruta. "O fruto é vendido em natura e também é processado para fazer sucos. A destinação da Feijoa comercializada pela SANJO é toda voltada para mercado interno".

 

Características

 

O fruto amadurece no outono e é de coloração verde, com o tamanho de um ovo de galinha e de forma elipsoide. Tem um sabor agradável, aromático e doce. A polpa é sumarenta, dividindo-se numa parte mais gelatinosa, onde estão as sementes, e uma parte mais firme e levemente granulada junto à casca. O fruto cai da árvore quando maduro, mas pode ser colhido antes, de modo a não ficar danificado. A polpa granulada junto à casca pode ser utilizada como esfoliante. A feijoa é uma planta de ambientes quentes-temperados a subtropicais, desenvolvendo-se também nos trópicos, requerendo, contudo, alguns dias de baixas temperaturas (chilling requirement) para poder frutificar.


Apesar de ser nativa do Brasil, as raras frutas que podem ser encontradas nos mercados. Mesmo tendo um enorme potencial econômico, os plantios para fins comercias no Brasil ainda são raros, por conta da fragilidade do fruto, cuja armazenagem não pode ultrapassar de 2 a 3 semanas, e pelo fato da espécie ainda não estar completamente domesticada.

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Atualizado em Seg, 03 de Abril de 2017 08:34
 
Publicado por Cris Menegon Qui, 30 de Março de 2017 07:59

A Frente Parlamentar da Suinocultura lançou nesta quarta-feira (29) a agenda parlamentar da suinocultura 2017 em um café da manhã para autoridades do governo, políticos e representantes do setor na sede da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), em Brasília.

 

O objetiv [...]

A Frente Parlamentar da Suinocultura lançou nesta quarta-feira (29) a agenda parlamentar da suinocultura 2017 em um café da manhã para autoridades do governo, políticos e representantes do setor na sede da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), em Brasília.

 

O objetivo do evento, que tem parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) é apresentar os principais Projetos de Lei de interesse do setor suinícola que serão trabalhados ao longo deste ano.


Para o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) membro da Frente, é muito importante o debate sobre o setor, principalmente neste momento em que o setor da carne está em crise ocasionado pela operação "Carne Fraca". O parlamentar explica que Santa Catarina é o maior produtor nacional de carne suína e responde por 38% das exportações brasileiras do produto. "O setor do agronegócio é responsável por 15% do PIB de Santa Catarina. Estamos fazendo o possível para reverter o quadro, porque a carne que chega a nossa mesa tem qualidade", defendeu o deputado.

 

A convite do deputado, o prefeito municipal Rafael Caleffi e o vice-prefeito Daniel Hippler de São Lourenço do Oeste prestigiaram o evento.

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Qui, 23 de Março de 2017 07:33

De olho nos reflexos da operação Carne Fraca no mercado, principalmente do oeste catarinense, berço das agroindústrias, o deputado Celso Maldaner (PMDB) acompanhou o governador Raimundo Colombo, o Secretário de Agricultura – Moacir Sopelsa e o deputado estadual Gelson Merísio, em audiênc [...]

De olho nos reflexos da operação Carne Fraca no mercado, principalmente do oeste catarinense, berço das agroindústrias, o deputado Celso Maldaner (PMDB) acompanhou o governador Raimundo Colombo, o Secretário de Agricultura – Moacir Sopelsa e o deputado estadual Gelson Merísio, em audiência com o Ministro Blairo Maggi no Ministério da Agricultura nesta quarta-feira em Brasília. Os líderes buscam práticas que amenizem os efeitos do estrago provocado no mercado.

 

Maldaner explica que é preciso trabalhar intensamente para que as restrições fiquem às 21 unidades investigadas, e não a todo o setor. "Das mais de 600 unidades de produção de carne suína e de frango em Santa Catarina, apenas uma, que fica em Jaraguá do Sul e tem sede no Paraná está sendo investigada. Esses dados ajudam a confirmar a qualidade da carne catarinense, preparada com rigorosos critérios sanitários e exportada para mais de 120 países. Não podemos permitir que este fato isolado ocasione grandes prejuízos, tão menos aos nossos produtores, que seguram a economia e permitem que o alimento chegue a nossa mesa. A carne de Santa Catarina tem qualidade e é forte", destacou o deputado.

 

"Temos absoluta segurança, com aval dos nossos técnicos, da qualidade do produto catarinense. Nosso modelo é responsável, confiável e seguro. A ação agora é esclarecer tudo, com transparência, e manter contato constante com os mercados internacionais que compram nossos produtos, fornecendo qualquer informação complementar desejada. Os fatos estão superando as versões e as pessoas estão começando a ver a realidade do mercado", explicou o governador.

 

O ministro se colocou a disposição para auxiliar no que for preciso e intermediar conversas com outros países na defesa pela carne brasileira.

 

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Qua, 22 de Março de 2017 08:15

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) realizará no dia 13 de abril (quinta-feira) na sede da entidade, em Lages, um minicurso sobre secagem de madeira, substâncias utilizadas e relação da água com a madeira. Quatro especialistas farão as apresentações. Os engenheiros agr [...]

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) realizará no dia 13 de abril (quinta-feira) na sede da entidade, em Lages, um minicurso sobre secagem de madeira, substâncias utilizadas e relação da água com a madeira. Quatro especialistas farão as apresentações. Os engenheiros agrônomos e auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silvio Testasecca e Osmarino Guizoni, falarão sobre tratamentos HT, KD e AQF, e também sobre as Instruções Normativas 29, 32 e 66. O engenheiro mecânico Joaquim Almeida apresentará as variáveis do processo de secagem para tratamento HT e KD. O engenheiro florestal Mauro Murara Jr. falará sobre a relação da água com a madeira.


Interessados em fazer o minicurso devem entrar em contato com Bruno Ferreira através dos telefones (49) 3251-7306 ou (49) 9 9156-0675. Associados da ACR têm direito a desconto no valor da inscrição.

 

O que: Minicurso (água e secagem de madeira)
Onde: Sede da ACR - Rua João de Castro, nº 68 - Ed. Gemini, 8º andar – Centro, Lages (SC)
Quando: 13 de abril (quinta-feira)
Contato: Bruno Ferreira (49) 3251-7306 ou (49) 9 9156-0675 / Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 
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