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AGRONEGÓCIO
Publicado por Cris Menegon Qui, 25 de Maio de 2017 08:15

No dia 25 de maio, Santa Catarina foi comemorando 10 anos do reconhecimento como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Em discurso na Tribuna da Câmara na última quarta-feira (24), o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) ressaltou que [...]

No dia 25 de maio, Santa Catarina foi comemorando 10 anos do reconhecimento como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Em discurso na Tribuna da Câmara na última quarta-feira (24), o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) ressaltou que a última ocorrência de febre aftosa no estado ocorreu em 1993, completando também 24 anos sem registro de foco da doença, se tornando o único do país a conquistar esse status sanitário diferenciado.

 

Maldaner explica que erradicar a doença e buscar a certificação foi um caminho longo, porém fundamental para que o estado se tornasse o maior produtor nacional de suínos e o segundo maior produtor de aves, chegando aos mercados mais exigentes do mundo.

 

O parlamentar reconheceu o trabalho realizado pelo governo e iniciativa privada que mantem um controle sanitário eficiente a fim de evitar a entrada do vírus. "São 63 barreiras sanitárias da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos. Essa parceria entre produtores, agroindústrias e Governo é essencial para a realização de um trabalho que permite exportar a nossa carne para os principais países do mundo", destacou Maldaner.

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 20 de Maio de 2017 08:52

O projeto Colheita Feliz – Hortas Comunitárias e Escolares, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca, será lançado dia 26 de maio, no bairro Guarujá (Vila Esperança). O horário de lançamento, segundo o gerente de projetos, Ocimar Chaves, ainda não está definido.

O projeto Colheita Feliz – Hortas Comunitárias e Escolares, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca, será lançado dia 26 de maio, no bairro Guarujá (Vila Esperança). O horário de lançamento, segundo o gerente de projetos, Ocimar Chaves, ainda não está definido.

 

Na Vila Esperança já está preparada uma horta comunitária, ocupando o espaço de um antigo estacionamento, área anexa à Cozinha Comunitária, esta administrada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação em parceria com uma entidade.

 

De acordo com o secretário da Agricultura, Osvaldo Uncini, depois do lançamento da horta piloto, na Vila Esperança, o projeto contemplará outras regiões da cidade.Reuniões entre equipe técnica e moradores já foram realizadas nos bairros Guarujá, Tributo, Gethal e nos loteamentos Vila Esperança e Cristal, onde foram explanados os objetivos do projeto.

 

A horta piloto do Vila Esperança leva em conta a existência da Cozinha Comunitária, projeto social que já contempla 140 pessoas carentes, as quais são servidas com refeições, de segunda-feira à sexta-feira, e agora serão convidadas a se integrarem ao projeto Colheita Feliz, cultivando os próprios alimentos que irão consumir.

 

Uncini diz que o objetivo central do Colheita Feliz é incentivar as pessoas a cultivarem as suas próprias hortas. "Uma horta em casa diminui a despesa familiar com alimentação", destaca.

 

"A Secretaria da Agricultura e Pesca dará todo o suporte técnico, insumos e maquinário necessário para o cultivo das hortas", garante OsvaldoUncini.

 

O Colheita Feliz também se desenvolve em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, a qual receberá todo o apoio técnico para a reativação e implantação de hortas escolares.

 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 20 de Maio de 2017 08:40

A Câmara de Vereadores de Lages realizou na noite de quinta-feira (18), uma Sessão Especial para apresentar a comunidade a Lei Estadual 17.003/2016, de autoria do deputado estadual Gabriel Ribeiro, a qual se refere à produção e a comercialização do queijo artesanal serrano, no estado de Sa [...]

A Câmara de Vereadores de Lages realizou na noite de quinta-feira (18), uma Sessão Especial para apresentar a comunidade a Lei Estadual 17.003/2016, de autoria do deputado estadual Gabriel Ribeiro, a qual se refere à produção e a comercialização do queijo artesanal serrano, no estado de Santa Catarina. A iniciativa do evento partiu do vereador Pedro Figueredo (PSD), visando que os produtores conheçam os detalhes da lei e busquem adaptar suas queijarias dentro das normativas da lei estadual.


A sessão contou com um grande público, entre secretários de agricultura da Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures), produtores de queijo, técnicos e comunidade em geral. "Essa é uma oportunidade para que os produtores e suas famílias possam ouvir os detalhes da lei e suas principais exigências para que comercializem seu produto dentro da legalidade", disse Figueredo.


A Extensionista Social da Epagri, Andrea Schlickmann, destacou que uma das principais condições para ser considerado um queijo artesanal serrano é que o leite utilizado na produção precisa ser cru, ou seja, não pode passar pelo processo de pasteurização. "Esses requisitos e inspeções são necessárias, pois o objetivo é tornar o queijo referência na região, estado e no país", disse a extensionista.


O autor da lei trouxe uma boa notícia aos produtores do queijo serrano e técnicos. Segundo o deputado, o projeto que regulamenta a produção do produto está quase pronto e é possível que o governador Raimundo Colombo assine o decreto nas próximas semanas. "A lei é uma vitória para a categoria. Ela vem fortalecer toda a cadeia produtiva, valorizar o produtor local e agregar valor ao seu produto, proporcionando assim, mais renda ao homem do campo", declarou Gabriel.


A veterinária do Consórcio Intermunicipal de Saneamento (Cisama) e coordenadora do Programa de Sanidade de Produtos Agropecuários, Andressa Steffen Barbosa, aproveitou o encontro para solicitar às autoridades que disponibilizem profissionais capacitados para analisar e auxiliar os produtores a fazer queijos dentro dos padrões de qualidade. Outro alerta foi referente à qualidade da água utilizada nas diversas etapas da produção do alimento. "Se todas as normas técnicas exigidas forem respeitadas, teremos um produto dentro do padrão de qualidade exigido pelos órgãos responsáveis. Com isso, o queijo serrano poderá ter reconhecimento e qualidade a nível nacional", enfatiza a veterinária.


Em Santa Catarina, há em torno de duas mil famílias produtoras do queijo artesanal serrano, três queijarias legalizadas e umas três dezenas buscando adequação à lei. Com mais de 200 anos de história e quase sem sofrer alterações em sua receita, o queijo serrano está se consolidando como patrimônio da Serra Catarinense.

 
Publicado por Cris Menegon Qua, 17 de Maio de 2017 11:38

A Epagri deu início aos trabalhos para obtenção da Indicação Geográfica (IG) dos Vinhos Finos de Altitude da Serra catarinense, projeto que estará concluído em 2019. No dia 11 de maio, Saul Bianco, Diretor Técnico da Vinho de Altitude Produtores Associados de SC, esteve na sede da Epagri [...]

A Epagri deu início aos trabalhos para obtenção da Indicação Geográfica (IG) dos Vinhos Finos de Altitude da Serra catarinense, projeto que estará concluído em 2019. No dia 11 de maio, Saul Bianco, Diretor Técnico da Vinho de Altitude Produtores Associados de SC, esteve na sede da Epagri, em Florianópolis, para conhecer a equipe da Epagri/Ciram que vai trabalhar no tema.

 

A IG é uma forma de valorização do produto de uma região ou território, cuja procedência adquiriu notoriedade em decorrência do modo de fazer e das características ambientais locais. O Champanhe é um exemplo clássico de IG, por que só pode ser chamado assim o espumante produzido naquela região específica da França.

 

Para realizar o projeto, a Epagri envolverá profissionais do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Ciram), do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa) e das Estações Experimentais de São Joaquim e Videira. UFSC, UDESC e Embrapa Uva e Vinho também participam deste grande desafio.

 

Caberá à Epagri fazer estudos de caracterização da região, como solos, clima e uso e cobertura da terra, que serão reunidos num único banco de dados. Os técnicos da Empresa ainda serão responsáveis pela atualização do cadastro dos produtores e vinhedos de altitude no Estado. Também será caracterizada a cadeia produtiva dos vinhos de altitude, por meio da análise das estruturas e sistemas de produção, gestão, mercado e indicadores econômicos.

 

Os resultados dos estudos serão reunidos, ao final do processo, num dossiê. Este documento será enviado para avaliação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que é quem decide pela concessão ou não da IG.

 

A Vinho de Altitude Produtores Associados de SC aposta na IG para divulgar e proteger ainda mais a produção catarinense.

 

A Epagri já tem experiência na elaboração de dossiês para processos de indicação geográfica. Foi a responsável pela obtenção da IG do Vale das Uvas Goethe. Também atuou nas IGs da Banana Corupá e do Queijo Artesanal Serrano, que estão na etapa final. Até o ano que vem a Empresa pretende comemorar a obtenção da IG da Erva-mate do Planalto Norte, que está em pleno processo de documentação.

 
Publicado por Cris Menegon Ter, 16 de Maio de 2017 08:21

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) está disponibilizando, aos produtores de pinus, doses de nematoides para combate à Vespa-da-Madeira. A Sirex noctilio (nome científico da vespa) é uma praga exótica que chegou ao Brasil acidentalmente durante a década de 1980. Ela atac [...]

A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) está disponibilizando, aos produtores de pinus, doses de nematoides para combate à Vespa-da-Madeira. A Sirex noctilio (nome científico da vespa) é uma praga exótica que chegou ao Brasil acidentalmente durante a década de 1980. Ela ataca exclusivamente plantios de pinus, depositando ovos nos troncos que, ao se transformarem em larvas, comprometem o desenvolvimento das árvores. Em Santa Catarina, mais de 540 mil hectares abrigam plantações deste tipo de árvore. O estado é o segundo maior produtor de pinus do Brasil, atrás apenas do Paraná.

 

Para evitar a proliferação da praga, a Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) está intensificando as ações de combate. Fazem parte da estratégia: reuniões técnicas, campanhas informativas e alertas em rádios dos principais municípios produtores de pinus no estado.

 

A Vespa-da-Madeira ataca principalmente plantios sem manejo, causando o apodrecimento da árvore. Copa amarelada e respingos de resina no tronco são indícios de infestação. Ao verificar qualquer sinal que indique a presença da vespa, o produtor deve comunicar à CIDASC ou à Epagri mais próxima.

 
Publicado por Cris Menegon Seg, 15 de Maio de 2017 08:16

A segunda etapa da Feira do Terneiro e da Terneira realizada neste último sábado (13), no Parque Conta Dinheiro teve melhor resultado do que a do sábado anterior (6). O fechamento alcançou R$ 1,4 milhão, com a venda de todos os 1,1 mil animais. Destaque para os machos que tiveram um número [...]

A segunda etapa da Feira do Terneiro e da Terneira realizada neste último sábado (13), no Parque Conta Dinheiro teve melhor resultado do que a do sábado anterior (6). O fechamento alcançou R$ 1,4 milhão, com a venda de todos os 1,1 mil animais. Destaque para os machos que tiveram um número superior, 655, e que tiveram também um valor médio do quilo em pé de R$ 6.93. Nas vendas das fêmeas, o preço fechou em R$ 6,15. Somando os resultados das duas etapas, e, incluindo do leilão de cavalos na noite do dia 6, que obteve mais de R$ 300 mil de faturamento, o volume geral de negócios atingiu, em apenas uma semana, quase R$ 3 milhões. "Quem comprou os animais ofertados nestas duas etapas, deve estar certo de que adquiriu o melhor resultado alcançado pelos nossos produtores", salientou o presidente do Sindicato Rural de Lages, Márcio Pamplona.

 

A cada batida do martelo do leiloeiro Delamar Macedo, da Camargo Agronegócios, notava-se a constatação da presença de compradores de diversas regiões do Estado. Logo nos primeiros lotes vendidos, os arremates iam correspondendo a expectativa de bons negócios. E, conforme Márcio Pamplona avaliou o resultado de tudo isso fez com que se reafirme que a pecuária é um setor do agronegócio consolidado, especialmente de animais produzidos em Lages, e que geram renda aos produtores associados. Dados da Epagri demonstram o avanço da pecuária catarinense. "Em 2011 o rebanho era de aproximadamente 4 milhões de animais. Em 2015, perto de 4,4 milhões. Um crescimento de 8,5%, enquanto que a média nacional foi de apenas 1,12%", destacou o dirigente rural.

 
Publicado por Cris Menegon Sex, 12 de Maio de 2017 08:14

Na manhã desta quarta-feira (10) a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, recebeu o Ministro da Agricultura - Blairo Maggi para debater sobre a operação "Carne Fraca".

 

Em sua fala, o ministro apresentou as ações desempenhadas pelo Ministério para combater [...]

Na manhã desta quarta-feira (10) a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, recebeu o Ministro da Agricultura - Blairo Maggi para debater sobre a operação "Carne Fraca".

 

Em sua fala, o ministro apresentou as ações desempenhadas pelo Ministério para combater os efeitos da operação deflagrada pela Polícia Federal no mês de março.

 

Em sua contribuição, o deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC), membro da comissão desde o seu primeiro mandato, ressaltou a importância do trabalho do Ministro a frente da pasta, pois felizmente as ações e a recuperação do setor foram rápidas.

 

Maldaner explica que a operação "Carne Fraca" abalou o agronegócio brasileiro que responde por 7 milhões de empregos e é fundamental para a balança comercial. Em Santa Catarina, a proteína animal representa 15% do PIB, além de ser o maior produtor nacional de carne suína e responder por 38% das exportações brasileiras do produto. Para o deputado, este fato não poderia ter acontecido, tão menos gerado graves prejuízos às empresas e aos produtores que seguram a economia e permitem que o alimento chegue a mesa dos brasileiros.

 

Raquely Benedet Cella

 
Publicado por Cris Menegon Sex, 05 de Maio de 2017 07:53

A comercialização de animais jovens tem movimentado os municípios da Serra Catarinense durante todo o mês de abril, e, agora, chegou a vez de Lages. Serão mais de 2,2 mil animais colocados à disposição dos compradores já a partir deste sábado, 6, no Parque Conta Dinheiro. Importante lem [...]

A comercialização de animais jovens tem movimentado os municípios da Serra Catarinense durante todo o mês de abril, e, agora, chegou a vez de Lages. Serão mais de 2,2 mil animais colocados à disposição dos compradores já a partir deste sábado, 6, no Parque Conta Dinheiro. Importante lembrar que devido ao grande número de animais, a Feira teve de ser dividida em duas etapas, sendo a primeira neste sábado, e a segunda no próximo, dia 13 de maio. Vale dizer que a melhor média dos leilões da região, continua sendo a registrada em Campo Belo do Sul, na qual, os machos foram vendidos ao preço de R$ 7,10 e as fêmeas em R$ 6,28.

 

Por sua vez, o presidente da Associação Rural de Lages acompanhou o resultado dos leilões realizados até agora na região, e sentiu que em alguns deles, os preços se mantiveram estabilizados, em comparação com os de 2016. Em outros, o preço médio teve leve queda. No entanto, o que se viu foi a entrega aos compradores de animais de alta qualidade, fator que tem se mantido a cada evento. Por outro lado, neste ano de 2017, não está ocorrendo a venda de animais jovens para o exterior, o que mexeu um pouco com o comércio. No ano passado, terneiros e terneiras foram arrematados e exportados para a Turquia. Muitos destes animais foram adquiridos nos leilões realizados na Região Serrana. "No entanto, o mercado voltou a favorecer os confinadores, pois, com os insumos mais baratos, a procura nesse segmento está compensando a ausência dos compradores estrangeiros", lembrou Pamplona.

 

Mangueiras cobertas

 

Pela primeira vez, o grande número de animais a ser comercializado no Parque Conta Dinheiro estará abrigado em mangueiras cobertas. Trata-se de uma das maiores obras da entidade, financiada totalmente com recursos próprios. A iniciativa é pioneira; não há outra igual em Santa Catarina. De acordo com o dirigente Márcio Pamplona, o investimento foi pensado essencialmente em prol dos produtores, propiciando conforto térmico aos vendedores e compradores, e até mesmo aos animais que, por sua vez, ficam completamente abrigados e protegidos do relento, sem o sofrimento em dias de chuva ou sol. Além da cobertura, as mangueiras também foram totalmente reformadas. A área coberta abrange mais de 6 mil m², num investimento de quase R$ 1 milhão.

 

Mais informações na Associação Rural de Lages: (49) 98435 6489

Assessoria de Imprensa

 
Publicado por Cris Menegon Sex, 05 de Maio de 2017 07:46

No dia 03 de maio a Estação Experimental da EPAGRI, em São Joaquim, recebeu estudantes interessados em sua trajetória de pesquisas. A visita faz parte do projeto História & Vitivinicultura, desenvolvido pelo prof. Gil Karlos Ferri com os alunos da EEB Padre Antônio Vieira, de Anita Gari [...]

No dia 03 de maio a Estação Experimental da EPAGRI, em São Joaquim, recebeu estudantes interessados em sua trajetória de pesquisas. A visita faz parte do projeto História & Vitivinicultura, desenvolvido pelo prof. Gil Karlos Ferri com os alunos da EEB Padre Antônio Vieira, de Anita Garibaldi. Durante a visitação, o gerente Marcelo de Liz e o técnico Miguel Ângelo guiaram a turma pelos pomares e instalações da estação experimental, apresentando um histórico da instituição e suas principais pesquisas, com destaque para os trabalhos com cultivares de clima temperado.

 

Os estudantes puderam conectar os novos aprendizados com os conhecimentos escolares, ampliando assim a visão sobre a própria história regional. Também perceberam a importância da EPAGRI para o desenvolvimento científico e econômico de Santa Catarina e do Brasil. Ao final da visita, os estudantes aproveitaram o tempo livre desfrutando o belo cenário em volta ao lago da estação, com cerejeiras colorindo a paisagem nos mais variados tons do outono serrano.

 

Villaggio Bassetti A vinícola Villaggio Bassetti recebeu no último dia 03 de maio uma turma pra lá de especial. Trata-se do projeto História & Vitivinicultura, organizado pelo prof. Gil Karlos Ferri da EEB Padre Antônio Vieira, de Anita Garibaldi. Através do projeto os estudantes estão conhecendo as vinícolas serranas e aprendendo história regional de uma maneira dinâmica e divertida. Na última atividade, os alunos do 8º ano do Ensino Fundamental foram recepcionados pelo proprietário da vinícola, Eduardo Bassetti, o qual apresentou os vinhedos e as instalações do seu empreendimento.

 

Bassetti conduziu as explicações destacando os métodos de produção do vinho e repassando conhecimentos das mais diversas áreas. O prof. Gil complementou as explicações conectando a história com as atividades econômicas do planalto serrano. Além dos aprendizados, a visita contou com uma animada sapecada de pinhão para os estudantes, que aproveitaram a saída de campo ao melhor estilo da Serra: com empolgação, belas paisagens e muita cultura.

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Publicado por Cris Menegon Qui, 04 de Maio de 2017 09:32

A Epagri está participando de uma pesquisa que aplica técnica inédita no Brasil para erradicação de vírus em macieira. Trata-se da crioterapia, que consiste no uso de nitrogênio líquido para eliminar células e tecidos infectados de plantas cultivadas em laboratório, criando plantas isen [...]

A Epagri está participando de uma pesquisa que aplica técnica inédita no Brasil para erradicação de vírus em macieira. Trata-se da crioterapia, que consiste no uso de nitrogênio líquido para eliminar células e tecidos infectados de plantas cultivadas em laboratório, criando plantas isentas de vírus. O trabalho, que vem apresentando resultados animadores, é desenvolvido pelas Estações Experimentais da Epagri em Lages e Caçador em parceria com o Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de SC (CAV – Udesc).

 

Os vírus podem diminuir o crescimento, a produtividade, a qualidade de frutos e também a vida útil de pomares. Esse problema está bastante disseminado nos cultivos de maçã do sul do Brasil e a técnica empregada pelos pesquisadores é uma saída para a produção de mudas de alta qualidade fitossanitária. "Além disso, poderá substituir a termoterapia, técnica convencional usada na limpeza de vírus em plantas, que tem algumas desvantagens em relação à crioterapia, por ser mais cara, mais demorada e de eficiência relativamente menor", explica o doutorando Jean Carlos Bettoni, que está desenvolvendo tese sobre o tema no curso de pós-graduação em produção vegetal do CAV-Udesc e é o principal idealizador da aplicação na macieira.

 

A Epagri já tem experiência positiva com a crioterapia. Ela vem sendo usada na limpeza de vírus no alho, com aumentos de produtividade que variam entre 20% e 30%. É a primeira vez que a técnica está sendo usada para macieira no Brasil.

 

No laboratório de biotecnologia da Estação Experimental da Epagri em Lages, Jean e os pesquisadores da Epagri, Murilo Dalla Costa e João Frederico Mangrich dos Passos, alcançaram resultados preliminares bastante promissores. No porta-enxerto de macieira Marubakaido, a diagnose pelo uso de técnicas de biologia molecular - feita em parceria com a Embrapa Uva e Vinho - para os vírus ASPV (Apple Stem Pitting Virus), ASGV (Apple Stem Grooving Virus) e ACLSV (Apple Chlorotic Leaf Spot Virus), indicou que 90% das plantas que passaram pela crioterapia estavam limpas.

 

Estas mudas de macieira foram entregues aos pesquisadores Maraisa Crestani Hawerroth e Marcus Vinicius Kvitschal, da Estação Experimental da Epagri Caçador. Lá as plantas serão multiplicadas, avaliadas e, mais tarde, disponibilizadas ao setor produtivo. O cultivar SCS417 Monalisa, lançado pela Epagri em 2009, também passou pela crioterapia e será analisado em breve quanto à presença desses vírus.

 

"Há um longo trabalho pela frente; a crioterapia será aplicada em mais sete variedades de macieira de interesse para Santa Catarina", revela Murilo. Esse trabalho é de suma importância para os programas de melhoramento genético de espécies frutíferas de propagação vegetativa que a Epagri desenvolve, uma vez que a condição sanitária das mudas é fator primordial no sucesso desses cultivos. A utilização dessa técnica de limpeza de vírus poderá entregar aos fruticultores mudas de novos cultivares melhorados, também com boa condição sanitária.

Informações: Assessoria


Atualizado em Qui, 04 de Maio de 2017 09:35
 
Publicado por Cris Menegon Sáb, 29 de Abril de 2017 10:44

Na sessão de terça-feira (25), os vereadores Jean Pierre e Pedro Figueredo (ambos do PSD) apresentaram a moção legislativa 090/2017, onde solicitam ao Poder Executivo o retorno do programa "Mãos na Horta". Instituído no final de 2014, a proposta do programa era promover as atividades agríc [...]

Na sessão de terça-feira (25), os vereadores Jean Pierre e Pedro Figueredo (ambos do PSD) apresentaram a moção legislativa 090/2017, onde solicitam ao Poder Executivo o retorno do programa "Mãos na Horta". Instituído no final de 2014, a proposta do programa era promover as atividades agrícolas, sensibilizar e conscientizar a população, principalmente a classe estudantil, sobre o consumo de alimentos saudáveis.

 

De acordo com o documento, Lages dispõe de um horto municipal cuja estrutura possibilitaria que fossem produzidas as mudas necessárias ao desenvolvimento e aprimoramento do programa. "Muitos resultados positivos foram alcançados durante o período de atividade do projeto, sendo pertinente seu retorno por meio de novas ações e medidas, de forma a promover a produção de alimentos e a educação ambiental.", justificam os autores da matéria.

 

A Câmara Municipal aprovou a solicitação e encaminhará o pedido ao prefeito Antonio Ceron (PSD) e ao secretário municipal de Agricultura e Pesca, Osvaldo Uncini, com intuito de que sejam retomadas as atividades do "Mãos na Horta" junto às escolas e centros de educação infantis municipais, unidades básicas de Saúde e demais locais estratégicos.

 
Publicado por Cris Menegon Sex, 28 de Abril de 2017 11:51

Deputados da Frente Parlamentar para o Setor Madeireiro, Moveleiro e de Celulose anunciaram, nesta quinta-feira à noite, em Rio do Sul, que o Governo do Estado concordou em prorrogar o prazo do decreto que reduz a base de cálculo do ICMS para o setor nas vendas interestaduais. A informação fo [...]

Deputados da Frente Parlamentar para o Setor Madeireiro, Moveleiro e de Celulose anunciaram, nesta quinta-feira à noite, em Rio do Sul, que o Governo do Estado concordou em prorrogar o prazo do decreto que reduz a base de cálculo do ICMS para o setor nas vendas interestaduais. A informação foi dada durante a primeira reunião itinerante do grupo, e o próximo encontro será em Lages, no dia 25 de maio.


O benefício que nivela o imposto catarinense com o de outras unidades da federação se encerrou em 31 de março, e o novo decreto assinado pelo governador Raimundo Colombo vale a partir deste mês até março do ano que vem. Membro da Frente Parlamentar, o deputado estadual Gabriel Ribeiro (PSD) enfatizou a importância da decisão, que deixa as empresas catarinenses em pé de igualdade para competir com as concorrentes de outros Estados.
A redução do ICMS não obedece um percentual fixo, mas é conforme o que é cobrado nas outras unidades (de 17% cai para 6,3%; de 12% para 4,5% e de 7% reduz para 2,6%). A Frente Parlamentar fará reuniões em todas as regiões madeireiras de SC, onde ouvirá o setor.


Conforme os empresários madeireiros, a crise no setor é devido às dificuldades da economia nacional e também porque outros Estados cobram ICMS menor. Gabriel Ribeiro destacou três pontos que considera indispensáveis para que o movimento do setor dê mais frutos: mobilização, conscientização e organização.
Os madeireiros também pedem o refinanciamento das dívidas. O deputado Milton Hobus (PSD) explicou que este pedido não pode ser atendido pelo governo porque o Estado poderia ser questionado judicialmente. Porém, disse que o secretário da Fazenda, Antônio Gavazzoni levará o problema para ser discutido no Confaz.


Santa Catarina é uma das unidades com maior área de floresta plantada do país. São 654,1 mil hectares, sendo 541 mil hectares com pinus e quase 113 mil com eucalipto. Na última década, a área plantada com pinus vem caindo e com eucalipto crescendo no país todo.

 
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